Quem trabalha no porto de Santos, em contato com inflamáveis, combustíveis, granéis e cargas perigosas, tem direito a 30% de periculosidade sobre o salário, com reflexos em férias, 13º, FGTS e aviso. Muitas empresas pagam a menos ou simplesmente não pagam.
Você trabalha no cais, em navios ou pátios com inflamáveis, combustíveis ou granéis e não recebe periculosidade.
Recebe periculosidade, mas calculada sobre uma base menor do que o seu salário efetivo.
Faz movimentação e operação em área de risco, mas a empresa se recusa a pagar o adicional.
O adicional não reflete em férias, 13º salário, FGTS e aviso prévio, como a lei determina.
Trabalhador avulso pelo OGMO que nunca teve o adicional de periculosidade reconhecido.
Saiu do trabalho e as verbas rescisórias não incluíram o adicional que era devido.
Pelo WhatsApp ou pelo formulário, conta onde e como você trabalha no porto. Rápido e sigiloso.
Verificamos a sua função, o ambiente de risco e os seus holerites para apurar o adicional devido.
Sabendo exatamente os seus direitos, você escolhe se e como deseja seguir.
Dr. Christian Regis da Cruz fala sobre o adicional de periculosidade para quem trabalha no porto.
A Medina Assessoria Jurídica atua na defesa dos direitos de trabalhadores portuários em Santos e em toda a Baixada Santista, com foco na correta apuração do adicional de periculosidade e seus reflexos.
Cada caso é conduzido de forma individual e responsável, sempre com transparência sobre direitos, prazos e possibilidades.
Deixe seus dados que um advogado retorna o contato. Atendimento em Santos e toda a Baixada Santista.