Quando alguém é preso, a família costuma pensar que "o advogado resolve na hora da audiência". É o erro mais caro que existe. As primeiras horas depois de uma prisão são as que mais pesam no resto do processo — e o que se faz (ou se deixa de fazer) nesse momento, muitas vezes, não tem volta.

O que acontece nas primeiras horas

Logo após a prisão em flagrante, é lavrado o auto de prisão e a pessoa é ouvida na delegacia. Sozinha, assustada e sem orientação, ela fala. E tudo o que fala ali fica registrado — e pode ser distorcido, interpretado contra ela ou amarrar uma versão que a defesa não conseguirá desfazer depois.

O silêncio é um direito — mas poucos sabem usar

Ninguém é obrigado a produzir prova contra si mesmo. Ficar em silêncio, não assinar o que não entendeu e não dar sua versão sem advogado não é "parecer culpado": é exercer um direito constitucional. Só que, na pressão de uma delegacia, quase ninguém consegue isso sem alguém do lado.

É por isso que o acompanhamento desde o início define a estratégia

Um advogado presente desde a primeira hora não fica só esperando a audiência: ele intervém no auto de prisão, garante que os direitos sejam respeitados, orienta o que dizer e o que não dizer e, principalmente, impede erros irreversíveis que depois custariam meses de processo. Cada detalhe registrado no começo molda a linha de defesa até o fim. Chegar depois é remendar; chegar no início é construir.

A audiência de custódia: o momento da virada

Em até 24 horas da prisão, o juiz decide se a pessoa responde ao processo em liberdade ou presa. Chegar nessa audiência com uma defesa já construída desde a delegacia — e não improvisada na última hora — é o que muitas vezes separa alguém que vai pra casa de alguém que fica.

A conclusão é simples: não espere

Se alguém que você ama foi preso, o relógio já está correndo contra a defesa. Falar com um criminalista na primeira hora não é exagero — é o que decide o rumo de tudo.

Plantão criminal 24 horas — (13) 99111-2984

💬 Falar com um advogado agora